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"Divaldo
tem uma estrela na boca", disse um dia
Chico Xavier...
A seara é
grande...
Eis que vem o semeador e a percorre
Seus passos são firmes, decididos, incansáveis.
As sementes de luz são lançadas
- lúculas que permanecem brilhando.
Todas as terras percorridas recebem ensementação.
Mas nem todas medram agora.
O semeador segue adiante.
Não olha para trás.
Os anos passam e ele caminha.
Divaldo Franco semeia.
Na esteira dos seus passos, todavia,
brilham estrelas que se acendem na noite dos
tempos.
O semeador saiu a semear...
Extraído
do livro "Semeador de estrelas", de
Suely Caldas Schubert, LEAL,1989
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